
Sem códigos ou mensagens subliminares pra essa frase:
Eu estou feliz sim!
Cicatrizei, venci, caí e levantei.
Eu não esqueci de nada nem ninguém, porém, mudei meu ponto de vista e têm sido bastante eficaz no combate aos dias cinzentos.
Os pontos e o troféu vão pra aqueles que me proporcionaram e ainda proporcionam tudo isso.
Hoje, mesmo as palavras saindo com naturalidade, precisei de um pouco de música.
Minha inspiração sempre foi aliada, e o exagero sempre colaborou também.
Tomara que eu perca a língua um dia de tanto mordê-la... Eu mereço!
Afinal, já estou careca de saber que falar menos e mais baixo é menos perigoso e evita frustrações.
No entanto, já que não consigo obedecer à regra e a vida é minha (e não pago por ela), faço dela o que eu quiser (e não nego).
Guardo muito bem as primeiras impressões, mas confesso que só considero de verdade as últimas. O ser humano tem um dom incrível de confundir.
Aprendi nesses meus 20 anos, que apenas sobrevivem os mais fortes, que todos abominam o egoísmo e a inveja, porém, os carregamos por natureza.
Aprendi a duvidar não só dos meus inimigos, me permiti até ser ensinada por eles.
Esqueci a velha história de acreditar no sexto sentido.
Passei a ser mais sutil e ainda mantenho a máscara alinhada.
Estou tentando parar, eu sei que já chegou a hora de parar.
Pensar demais tem me trazido cabelos brancos e me tirado o sono.
Pensar menos, me trará conseqüências (eu sei), é o mesmo que tentar deixar de ser eu mesma.
Sou o impulso que faz as coisas mudarem na minha volta. Sou a dúvida que torna minha vida um mistério.
Tenho aproveitado de tudo, ou tentado pelo menos.
Tiro proveito dos dias, transformo as decepções em aprendizado e detalhes em prioridades.
Tenho engolido cada minuto de cansaço com voracidade.
Comecei a comer menos e mais devagar, começando pelas beiradas que é mais frio e não queima.
Não consigo mais dar vez ao vazio, não é apenas uma questão de ocupação, mas incorporar um personagem qualquer tem adquirido muito fôlego e espaço.
Ninguém é tão bem resolvido que não consiga sentir. É hora de procurar estabilidade.
Estou começando a me adaptar com as “médias expectativas”.
Quero fincar os dois pés no chão e só movê-los quando já estiver em terra firme.
Se emoções viessem em doses adequadas, tenho certeza que a crise aqui não existiria.
Eu estou feliz sim!
Cicatrizei, venci, caí e levantei.
Eu não esqueci de nada nem ninguém, porém, mudei meu ponto de vista e têm sido bastante eficaz no combate aos dias cinzentos.
Os pontos e o troféu vão pra aqueles que me proporcionaram e ainda proporcionam tudo isso.
Hoje, mesmo as palavras saindo com naturalidade, precisei de um pouco de música.
Minha inspiração sempre foi aliada, e o exagero sempre colaborou também.
Tomara que eu perca a língua um dia de tanto mordê-la... Eu mereço!
Afinal, já estou careca de saber que falar menos e mais baixo é menos perigoso e evita frustrações.
No entanto, já que não consigo obedecer à regra e a vida é minha (e não pago por ela), faço dela o que eu quiser (e não nego).
Guardo muito bem as primeiras impressões, mas confesso que só considero de verdade as últimas. O ser humano tem um dom incrível de confundir.
Aprendi nesses meus 20 anos, que apenas sobrevivem os mais fortes, que todos abominam o egoísmo e a inveja, porém, os carregamos por natureza.
Aprendi a duvidar não só dos meus inimigos, me permiti até ser ensinada por eles.
Esqueci a velha história de acreditar no sexto sentido.
Passei a ser mais sutil e ainda mantenho a máscara alinhada.
Estou tentando parar, eu sei que já chegou a hora de parar.
Pensar demais tem me trazido cabelos brancos e me tirado o sono.
Pensar menos, me trará conseqüências (eu sei), é o mesmo que tentar deixar de ser eu mesma.
Sou o impulso que faz as coisas mudarem na minha volta. Sou a dúvida que torna minha vida um mistério.
Tenho aproveitado de tudo, ou tentado pelo menos.
Tiro proveito dos dias, transformo as decepções em aprendizado e detalhes em prioridades.
Tenho engolido cada minuto de cansaço com voracidade.
Comecei a comer menos e mais devagar, começando pelas beiradas que é mais frio e não queima.
Não consigo mais dar vez ao vazio, não é apenas uma questão de ocupação, mas incorporar um personagem qualquer tem adquirido muito fôlego e espaço.
Ninguém é tão bem resolvido que não consiga sentir. É hora de procurar estabilidade.
Estou começando a me adaptar com as “médias expectativas”.
Quero fincar os dois pés no chão e só movê-los quando já estiver em terra firme.
Se emoções viessem em doses adequadas, tenho certeza que a crise aqui não existiria.


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