terça-feira, 4 de agosto de 2009

Amor é amor...

Dizem que o melhor de nós são os clichês. E eu, logicamente, assino embaixo.
Seja no amor, seja na arte, seja até mesmo, na imaginação de cada um.
Ou tu realmente acreditas que possa existir algo absolutamente novo?
Na hora da conquista, para impressionar quem gostamos, utilizamos aquelas poesias antigas, músicas batidas que fazem parte do repertório de relacionamentos há muitos anos.
Nos inspiramos em cenas de filmes, plagiamos versos, imitamos contos dos livros. Praticamente pode-se considerar impossível a invenção de algo inédito. Tudo já foi criado.
Observe a moda, por exemplo. Bolinhas, listras e o velho e bom xadrez, nada que não nos arremesse diretamente aos anos 60.

Eu já me acostumei com essas retomadas ao passado. E confesso, particularmente, acho isso tudo uma delícia.
Para o “eu te amo” cheguei à mesma conclusão. A frase nunca irá sair da moda. Ninguém nunca terá a ousadia de dizer que o amor hoje está mais que démodé.
Seja ele em inglês, italiano ou francês. Amor é amor.
Estará sempre ali presente. Nas coisas mais insignificantes. Nas menores causas. No recado brega escrito de batom no espelho. Na poesia rabiscada no guardanapo.
Vestindo, despindo, arrepiando, suando.
Fazendo arte, dramas, histórias, romances.
Sendo o único imortal, podendo causar, até mesmo, a morte quando se perde o controle.
Não é banalização. Não é exagero.
É necessidade. É combustível. É essencial sem um pingo de dúvidas.
Simplesmente, é impossível viver sem. Ninguém é alguém sem ninguém.
E eu sou nada sem você. O amor é o que há de melhor em nós.

E eu te amo desse jeito só nosso. Nunca esqueça!

1 comentários:

Eduardo disse...

Amor é amor...
E você é o MEU amor!
Te amo.

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