quarta-feira, 27 de maio de 2009

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Já que dizem por aí que só sei falar de amor, hoje vou falar de...
Amor (de novo)!

Desde criança eu aprendi a amar, eu amo tudo o que me faz bem, faz parte de mim já.
Nasci com amor de sobra para experimentar os mais intensos, para viver e doer se necessário.

Eu já vivi muitos amores e de todas as cores possíveis. Já tive as famosas “paixonites”, já tive amores obsessivos, já tive amores passageiros, amores que se tornam desamores. E ainda pretendo alcançar o verdadeiro propósito do amor.

Aquele que diz respeito a querer bem, independente de onde, com quem e como esteja vivendo.
Aquele que não fere e não faz chorar.
Aquele que dá força, que dá colo e dá a mão.
Para chegar lá tenho que andar muito chão ainda, estou ciente disso.

Já achei amor de irmão em quem não é irmão de verdade. Já achei que fosse amor o que não passava de um falso amor. Já amei e não fui amada. Já fui amada e não correspondi.

Não entendo como um sentimento é capaz de despertar tantos outros.
É intenso, doído, avassalador, triste, esplendoroso, maluco, encantador, egoísta e ao mesmo tempo tão altruísta.
Mesmo com um portfólio cheio de fórmulas para amar, eu ficaria muito tempo tentando definir o amor que ainda quero.
Talvez eu precise de alguns anos para defini-lo, melhor seria alguns anos de prática.

Eu desisti por um tempo de tentar expressar o que meu peito insiste em pulsar com tanta força.
Sou tão nova, tão medrosa, tão ingênua. Inclusive para escrever hoje.
Não sou romântica, admito! Só escrevo.

Estou “naqueles dias”.
Dia em que tudo incomoda, qualquer coisinha é motivo para chorar, tudo fere de verdade, o mundo parece conspirar contra minhas vontades, a carência aumenta, a saudade duplica...
Dia de querer colo e pedir pra tudo acabar logo.

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