domingo, 22 de março de 2009

Acaso existe?


Sou obrigada a concordar que certas “coisas” (pessoas) se vão para dar espaço a outras. Afinal, tem estado apertado demais aqui dentro, além do aperto a desordem, é claro.
E por favor, ninguém aqui me arranje um namorado, após (não) interpretar a frase anterior!
São circunstâncias, detalhes, pessoas, momentos antes esquecidos (deixados) lá atrás e que vem ressurgindo aos poucos para compartilhar ou até mesmo ocasionar este meu sorriso.
Aquele de ontem, da noite feliz, esse de agora, do dia vazio, o próximo ainda tímido, que até tu serás capaz de perceber.
As novidades (pessoas) andam mexendo comigo como nunca, me comovem, me tiram do sério, me tiram do tédio, me fazem feliz, e eu NEM to adorando isso, né?!
Percebi que às vezes é necessário estar só para dar valor à presença de verdade. Foi necessária a ausência para assim eu tomar gosto pelo sossego e abrir os olhos.
Abrir os olhos e enxergar com mais nitidez os que estão ao meu lado (ou não) e me querem bem; Os culpados por esse sorriso constante de orelha a orelha todos os dias.

Não vou recorrer ao dicionário, tentar parecer mais profunda, procurar novas palavras pra tornar essa frase “menos” clichê, e nem pensar 3X antes de firmar o que todo mundo ta saturado de saber/ouvir/enxergar:
É claro que NADA é por acaso!
Situações cômodas e fáceis cegam e nos limitam de querer ver e chegar além do convencional.
Quando eu falava de coadjuvantes, ainda nem tinha tanta certeza de que um deles se tornaria o personagem principal.

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